- Adonias Soares
- 16/08/2015
A mobilização dos jornalistas maranhenses em defesa da Proposta de Emenda à Constituição PEC 206/2012, que restabelece a exigência da formação superior para o exercício do jornalismo, recebeu nesta sexta (14) o apoio do deputado federal Hildo Rocha.
– Vou me empenhar para que a PEC do diploma seja aprovada – afirmou o parlamentar durante reunião com o presidente do Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, Douglas Cunha. Rocha disse que os jornalistas desempenham a importante missão de informar e conscientizar a população e enfatizou que a categoria é muito importante para a democracia e para o aperfeiçoamento da sociedade brasileira.
Douglas Cunha argumentou que a profissão foi desmoralizada com a assinatura de um magistrado que invalidou o diploma.
– Desqualificou completamente o profissional jornalista – destacou.
Cunha revelou que é conhecedor do compromisso que o deputado Hildo Rocha tem com os movimentos sociais e com as classes trabalhadoras de modo geral e, por esse motivo, a categoria decidiu buscar o apoio do parlamentar.
– Mostramos as nossas necessidades e recebemos o compromisso do apoio – exaltou sindicalista.
Histórico da luta
A extinção da obrigatoriedade do diploma de jornalista deriva de ação liderada pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF).
O Sertesp visando assegurar aos não diplomados o direito de exercerem a profissão e, o MPF motivado pelo entendimento de que o decreto-lei 972/69, que regulamenta a atividade jornalística, é incompatível com a Constituição Federal de 1988.
Coube à Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) a missão de lutar pela manutenção da exigência do diploma. A longa disputa nos tribunais foi encerrada na sessão do dia 17 de junho 2009 quando o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela extinção da obrigatoriedade do diploma.
O contrassenso do STF
Entretanto, quatro anos depois, STF, jogou no lixo a sua própria decisão ao lançar, em 11 de outubro de 2013, edital de concurso público para o cargo de Analista Judiciário, especialista em Comunicação Social no qual constava a obrigatoriedade de apresentar “diploma, devidamente registrado, de curso de nível superior de graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, fornecido por instituição de ensino superior reconhecida pelo MEC, e registro na Delegacia Regional do Trabalho”.
A postura contraditória do STF fez valer o antigo ditado popular que diz “na prática a teoria é outra”.
A decisão desfavorável aos jornalistas não desencorajou a Fenaj. A entidade reforçou a mobilização, obteve o apoio da sociedade, a adesão de inúmeras entidades e o crescente apoio de parlamentares. Pesquisa FENAJ/ Sensus, feita em outubro de 2008, em todo o país, revelou que 74,3% dos dois mil entrevistados mostraram-se favoráveis à obrigatoriedade do diploma.
Apoio dos deputados federais
Na semana passada dirigentes da FENAJ e o relator da PEC do Diploma, deputado Hugo Leal (PROS/RJ), foram recebidos em audiência pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha. O parlamentar reafirmou o compromisso de colocar em votação a PEC 206/2012. A proposta, já aprovada no Senado, acrescenta §§ 7º e 8º ao art. 220 da Constituição Federal, que trata sobre a profissão de jornalista. Os dirigentes da FENAJ já conversaram com todos os líderes partidários e com a maioria dos 513 deputados para pedir apoio à causa dos jornalistas.
Ao garantir apoio ao Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, Hildo Rocha reafirma o compromisso continuar defendendo trabalhadores engajados na luta por melhores condições de trabalho.
Nos cinco primeiros meses de legislatura, Rocha foi procurado por três categorias profissionais: Advogados da União, Conselho Regional de Odontologia e o Sindicato dos Jornalistas do Maranhão. Os líderes e dirigentes sindicais do Maranhão sabem que contar com o apoio de um parlamentar atuante e sensível às causas dos trabalhadores é um passo importante para alcançar os avanços desejados.
- Adonias Soares
- 15/08/2015
Não satisfeito em perseguir o ex-secretário Ricardo Murad, o governador Flávio Dino inclui em ação de improbidade os deputados Andrea Murad e Sousa Neto, que nenhum vínculo tinham com a Secretaria de Saúde. O caso é grave por que mostra o descontrole do comunista em usar as estruturas do governo perseguir quem lhe atrapalhe o caminho
O governador Flávio Dino (PCdoB) já não esconde mais de ninguém a clara perseguição que faz contra o ex-secretário Ricardo Murad. Mas, agora o assunto torna-se mais preocupante ainda quando o comunista usa a máquina pública para calar a voz da oposição através de mais uma ação.
O próprio Estado ajuizou na justiça federal contra 26 pessoas. Mas decidiu incluir os deputados Sousa Neto e Andrea Murad.
A Ação Civil de Improbidade Administrativa já está na 13ª Vara Federal com o Juiz José Valterson de Lima.
Mais uma vez pela rede social, Ricardo Murad adiantou o assunto e considerou a ação mais um ato de descontrole do governador Flávio Dino sobre aqueles que têm feito oposição ao seu governo e saído em defesa do povo.
– Cego pelo ódio, movido apenas pelo desejo da perseguição, Flávio Dino manda Procurador Geral do Estado envolver a deputada Andrea Murad e o deputado Sousa Neto como réus numa ação de improbidade promovida pelo, pasmem todos, Estado do Maranhão contra os dois deputados e mais uma dezena de ex-gestores da secretaria de saúde, numa clara demonstração de que está desequilibrado mentalmente – escreveu.
Fica bem evidente que a avalanche de ações do governo acusando até deputados só ratifica como Flávio Dino tratará o parlamento — se não rezar a sua cartilha — ao longo do mandato no Palácio dos Leões.
– Transformar a Procuradoria Geral do Estado em instrumento político para constranger deputados de oposição ao seu governo é um crime grave que será denunciado em todos os fóruns de defesa da democracia e da liberdade de atuação dos representantes do povo, legitimamente eleitos, diplomados e empossados – combateu Ricardo Murad.
Ao blog a deputada Andrea Murad destacou o que chamou de desequilíbrio e obsessão do governador, mas prefere se manifestar da tribuna.
– O descontrole do governador e a sua obsessão em perseguir seus adversários é preocupante. Usa toda a estrutura do Estado para isso. Mas prefiro me manifestar da tribuna da assembleia diretamente a ele. Creio que dessa vez ele irá entender de uma vez por todas que nada, absolutamente nada que ele faça contra mim, vai me tirar do meu caminho e calar a minha voz – disse Andrea Murad.
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Por Marco D´Eça
- Adonias Soares
- 14/08/2015

O assalto aconteceu no final da manhã desta sexta-feira (14). Dois bandidos em uma motocicleta praticaram o assalto aos correios do município de Morros, distante 25 km de Rosário. De imediato as guarnições de Axixá, Icatu, Presidente Juscelino, além da Força Tática foram acionados para dá apoio a ação de buscas aos assaltantes que tomaram rumo a BR 402, sentido município de Rosário. Uma informação momentos após o assalto informava que os mesmos haviam abandonado a moto e teriam adentrado no mato no Povoado Cedro em Axixá. No local os policiais entraram no mato a procura dos mesmos.

Uma informação mais apurada, dava conta que os assaltantes seriam de Vila Glória, um povoado da zona rural do município de Axixá. As guarnições iniciaram as buscas também no povoado. Quando a polícia militar se preparava para trazer a moto abandonada pelo assaltantes, recebeu uma ligação do senhor identificado por Thiago Santos Carvalho informando que ele havia encontrado a quantia de 3.643,00 reais que tinha caído dos assaltantes no momento da fuga. Foi apresentado na Delegacia de Polícia civil de morros, a moto e o dinheiro, afim de serem tomadas as devidas providências.

No final da tarde foram presos pela policia militar Carlos Adriano Sousa Santos de 19 anos, Raimundo Nonato Santos Cantanhede de 34 anos, Arthur Antunes Tavares Almeida de 19 anos, Ivanilson de Jesus Gomes de 29 anos, ambos residem na cidade de Rosário. Com os indivíduos foi apreendido um revólver 38 taurus, um revólver 38 rossi, um corsa classic cinza e R$ 13 mil reais, o quarteto foi apresentado no DP de Rosário.



- Adonias Soares
- 14/08/2015
Funcionários e pacientes do Hospital Geral, em São Luís, tiveram vários de seus pertences furtados na madrugada desta sexta-feira (14).
O ladrão entrou na surdina na unidade de saúde e levou tudo o que estava à mostra – desde quantias em dinheiro, até tablets e aparelhos celulares.
Pela manhã, o alvoroço era grande por conta do sumiço dos objetos.
Um grupo formado por trabalhadores do hospital e acompanhantes de pacientes registrou ocorrência mais cedo.
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Com informações do Blog de Gilberto Léda
- Adonias Soares
- 13/08/2015
Aproximadamente 20 vigilantes contratados pela empresa de segurança privada Colt Brasil que prestam serviços na Regional de Educação de Presidente Dutra, cuja Diretora de Educação, Elizângela Dutra, é a mulher do Superintendente Regional Ricardo Lucena, ou Governador Regional como gosta de ser chamado, estão há três meses sem ver a cor do dinheiro. A denúncia repassada informando que os contratados assinaram o aviso prévio mas até agora nenhuma resposta foi dada aos trabalhadores, nem pela empresa, nem pelo governo do estado.
Ocorre, que os proprietários da empresa Colt Brasil alegam aos funcionários não terem recebido o pagamento acordado por parte do Governo do Estado, através da Secretaria de Educação do Estado (Seduc).
Os vigilantes clamam por socorro e não sabem mais a quem recorrer pois necessitam pagar suas contas e comprar à alimentação para dentro de casa.
Ainda de acordo com os relatos que chegaram até o blog, os vigilantes tem receio de fazer algum tipo de denúncia na delegacia do trabalho, pois temem poder ficar sem trabalhar nas demais empresas de segurança devido o proprietário da Colt Brasil, o empresário Raposo ser presidente do sindicato patronal. E tome mudança.
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Com informações do Blog de Luis Cardoso
- Adonias Soares
- 13/08/2015
Sequestro em Pedreiras terminou de forma trágica – Depois de seis longas horas de negociação com a polícia, por volta das 2h00 da madrugada desta quinta-feira (13), Antônio Carlos da Conceição disparou contra a ex-namorada, efetuando cerca de quatro tiros que atingiram a cabeça de Maria Nilde e, logo em seguida, atirou contra a própria cabeça. A polícia que se mantinha do lado de fora, em contínua negociação, invadiu o local do cárcere, uma casa na Rua Otávio Passos e encontrou Maria Nilde morta; Antônio Carlos agonizava; ele ainda foi levado para hospital e veio à óbito às 3h00 no hospital.
Antônio Calos colocava fim a seis horas de negociação com a polícia. O assassino, um jovem de 27 anos, natural de Coroatá (MA), voltou a sequestrar Maria Nilde na pracinha, próxima a um posto de combustível no Barro do Engenho, às 21h00 da quarta. Durante a abordagem, o sequestrador matou o mototaxista Carlos Humberto Rocha e disparou um tiro no sobrinho de Maria Nilde, que se encontra fora de perigo de morte. Os dois rapaz es tentaram socorrer Maria Nilde quando foram atingidos por tiros.
Durante a negociação com a polícia Antônio Carlos afirmava que tinha três arma de fogo e farta munição em seu poder. Na verdade ele tinha apenas um revólver 38. Antes de executar sua ex-namorada, Antônio Carlos fez disparo contra a polícia.


