- Adonias Soares
- 17/06/2012
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Por Sukarno Cruz Torres
Este ano teremos eleições municipais, a pergunta mais importante que deveria sair da cabeça de cada eleitor, é a seguinte:
Meu candidato a Prefeito tem um planejamento de governabilidade com Responsabilidade Social?
Se a resposta for negativa, refaça a opção do seu voto, o futuro de nossa comunidade agradece.
Nos últimos meses podemos perceber claramente, que a atual administração municipal nunca possuiu um planejamento de gestão administrativa para os seus oito anos de mandato, quanto mais um programa com Responsabilidade Social. Foi tempo perdido, oito anos seria o suficiente para investir num bom nível de atendimento as necessidades básicas da sociedade, levando satisfação a cada cidadão. A Prefeitura governou sem limites de aplicação de recursos para ‘poucos’ e os tornou abastardos, mas quando a demanda vinha da maioria carente, ofereceu a escassez de recursos, usando e abusando de medidas paliativas. Confundiu nesses 08 anos, Responsabilidade Social com Filantropia. Na sua campanha prometeu mudanças e evolução, mas durante o mandato, usou de métodos antigos, distribuiu “esmolas” sociais. Deveria ter efetivamente um planejamento coletivo para todo o mandato. Administrou na base da improvisação, quando era importante ter um plano de ação, onde o cidadão não precisasse ser sempre dependente do governo.
A questão da responsabilidade social vai, portanto, além da postura legal da administração municipal, da prática filantrópica ou do apoio à comunidade. Nesse caso, governar significa mudança de atitude, numa perspectiva de gestão com foco na qualidade das relações e na geração de valores para todos. O governante tem que pensar sempre numa gestão de forma coletiva e de olho no futuro, ou então criarão viciados em pequenos favores e ‘esmolas’ sociais, levando a sociedade à dependência.
Em Presidente Dutra, é possivel perceber um belo exemplo de um ‘gestor’ com atitudes para executar projetos com Responsabilidade Social. Observamos as obras da paróquia da cidade, que em termos proporcionais, em 08 anos fez pela sociedade muito mais que administração municipal e com menos recursos. Com a sua garra e talento para liderança, o Pároco reformou e reformulou o patrimônio da paróquia de maneira admirável e exemplar. Para toda essa reformulação na igreja e na comunidade, o Pároco usou apenas o básico: Atitude e vergonha na cara.
Hoje em dia, é quase impossível deixar de pensar em Responsabilidade Social, todo governo tem que ter um programa sócio cultural, um programa de educação e meio ambiente. O gestor responsável tem que pensar em programas de gestão com sustentabilidade. É importante que os nossos gestores acreditem que temas como Água, Reciclagem, Fauna e Flora, fazem parte do projeto moderno de gestão e podem levar a sua administração ao sucesso. Precisamos educar nossos jovens, para que com o conhecimento preservem o nosso meio ambiente e no futuro possam ser excluídos de culpas por danos causados.
O saneamento básico de Presidente Dutra pede socorro há muito tempo, temos esgotos para todos os lados, é uma vergonha. Alguém sabe para onde vai e como está sendo tratado o lixo da cidade? Os desmatamentos em volta da cidade e até mesmo dentro da cidade, não tem critério nenhum. Nossos igarapés e nascentes de água potável não possuem nenhuma política de proteção ambiental. Será que isso não é importante para a Administração Municipal?
Não adianta construir hospitais sem definir para onde vão os seus resíduos hospitalares e de que maneira esse lixo é tratado. Não adiantar construir escolas públicas de ensino básico sem definir como será o fornecimento de sua merenda escolar. É necessário saber, de onde vêm esses produtos, de que maneira são armazenados e o que é feito com as sobras do dia-a-dia. É comprovado através de pesquisas, que o desperdício de produtos de merendas escolares gira em torno de 20%. Se existisse um programa de gestão, este desperdício poderia está alimentando muita gente carente na própria comunidade. Medidas paliativas são irresponsáveis. É importante incentivar o ‘não desperdício’ dos alimentos e produtos, promovendo o seu aproveitamento integral e o prolongamento da sua vida útil.
Para que o leitor tenha ideia da importância de um programa de Responsabilidade Social, veja bem, por muito pouco não perdemos a implantação do Campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão – IFMA. Essa possibilidade de implantação do IFMA, não estava no planejamento da Prefeitura. Vale lembrar que inicialmente, a Prefeitura não atendeu ao pedido de estrutura para receber esse investimento. É uma iniciativa do governo federal, que em 2011 criou novos Institutos Federais em todo o Brasil, com algumas cidades contempladas no Maranhão, onde o pré-requisito colocado à frente da Prefeitura de Presidente Dutra, seria a doação de um terreno para a construção do mesmo. A implantação de um evento desse tamanho vai modificar completamente a rotina da cidade. É necessário ter um programa de gestão para atender as demandas que surgirão com o projeto. Como a nossa Prefeitura atual não tem esse planejamento, vamos sofrer até que o próximo Prefeito assuma a responsabilidade de estruturar a cidade para receber essa nova etapa.
Com a implantação do IFMA em Presidente Dutra, nossos jovens não precisarão ir para os grandes centros em busca de cursos profisionalizantes, todos serão beneficiados, independente da condição social ou financeira. No futuro teremos jovens preparados para o mercado de trabalho e a nossa cidade será um atrativo a mais para novos investimentos, gerando empregos e distribuição de renda para toda comunidade.
Estamos em um ano eleitoral, a administração municipal não fez o dever de casa quando solicitada e agora, após a pressão da sociedade, quer colher os frutos do investimento. Só para ficar bem claro, o terreno a ser doado é da Eletronorte e, para atender os meios legais, a Prefeitura será apenas uma intermediária entre a Eletronorte e o IFMA. A Eletronorte teve atitude e preocupação com a sociedade. Parabéns à Eletronorte pela doação.
- Adonias Soares
- 17/06/2012
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A Câmara Municipal de Dom Pedro – Ma poderá entrar para a história nas eleições deste ano. O motivo é a grande quantidade de jovens que estarão disputando vagas de vereador na tentava de mudar o quadro atual. Um desses jovens é o estudante de Direito Felipe Vieira (Foto) pré-candidato a vereador pelo PSD. Felipe quer chegar à Câmara Municipal de Dom Pedro com o espírito de renovação: “Não tenho nada contra os atuais vereadores, o problema que vejo, é que eles estão aí há muito tempo e não temos visto nenhuma atuação desses vereadores que possam convencer a população dompedrense. Precisamos de alternância no poder legislativo para que não permaneça um círculo vicioso”, afirma Felipe.
Logo que concluir seu curso de Direito em São Luis, Felipe afirma que quer voltar em definitivo para sua terra natal para trabalhar na defesa dos menos favorecidos: “Nosso povo está carente de tudo, principalmente de Justiça Social e eu não vou medir esforços para buscar alternativas de resolução junto aos governos federal, estadual e municipal”, declarou o pré-candidato do PSD. Além dos diversos projetos para a área de Assistência Social, Felipe afirma que vai trabalhar também pela melhoria das condições de vida da população dompedrense com ações voltadas para Habitação, Saúde, Esporte e Lazer, Educação e Geração de Emprego e Renda: “Não existe melhora nas condições de vida de um povo, se este mesmo povo não tiver um representante que lute pelos seus direitos, e é isto que pretendo fazer na Câmara Municipal de Dom Pedro caso seja eleito vereador”, Concluiu Felipe Vieira.
- Adonias Soares
- 16/06/2012
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Depois da publicação aqui no blog denunciando que a prefeitura teria realizado quatro Licitações Públicas num único dia, uma a cada duas horas, a administração Irene Soares “inova” mais uma vez e sete anos e meio a frente do município, a prefeita de Presidente Dutra, em pleno período pré-eleitoral tenta se mostrar “preocupada” com os agricultores e pecuaristas e sai com um decreto que mais parece piada de mau gosto: Através do Decreto 013/2012, Irene “Declara em Situação Anormal caracterizada como Situação de Emergência as área do Município, afetadas pela Estiagem”.
Os motivos seriam “Deficiência de precipitações pluviométricas durante o período esperado para os meses de dezembro de 2011 e janeiro, fevereiro, março e abril de 2012, como conseqüência deste desastre, resultaram dados e prejuízos com a perda total de suas lavouras para os agricultores e danos reversíveis para a Pecuária e que tais fatos refletem diretamente na economia do Município, fica declarada a existência de situação anormal provocada por desastre e caracterizada como Situação de Emergência”. O decreto visa tão somente a dispensa de realização de Licitação Pública obrigada por lei.
Art. 3º De acordo com o Inciso IV do artigo 24 da Lei nº 8.666 de 21 de junho de 1993, ser prejuízo das restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal (LC 101/2000), e considerando a urgência da situação vigente, ficam dispensados de licitação os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de respostas ao desastre, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação dos cenários dos desastres, desde que possam ser concluídas no prazo máximo de cento e oitenta dias consecutivos e ininterruptos, contratos a partir da caracterização do desastre, vedados (ou vedada, o correto) a prorrogação do contrato.

Em 28 de março de 2008, uma sexta-feira de carnaval que os moradores da Rua Presidente Médici nunca esqueceram. Naquele dia uma forte chuva alagou grande parte das casas do Bairro Campo Dantas causando enormes prejuízos aos moradores. O fato acontecia pela segunda vez e foi denunciado por este blogueiro “MORADORES VOLTAM A SOFRER COM ALAGAMENTOS”. Aquilo sim foi situação emergencial de calamidade pública, mas nem isso fez a prefeita Irene Soares decretar Situação de Emergência, limitando-se somente comunicar o fato à Defesa Civil de São Luis que esteve alguns dias no local. Cito estes os dois exemplos para mostrar que a prefeita, não mostrou a mesma preocupação em 2008 que está mostrando agora no período pré-eleitoral.
- Adonias Soares
- 15/06/2012
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O deputado Antônio Pereira (DEM) protocolou indicação na Assembleia Legislativa, já encaminhada à governadora Roseana Sarney (PMDB) e ao secretário de Estado de Saúde, Ricardo Murad, pedindo a construção de um hospital público de alta complexidade em Imperatriz, com equipamentos para diagnóstico terapêutico, para atender, de forma efetiva, mais de 1 milhão de pessoas residentes nas regiões Tocantina, Sul e Central do Maranhão.
O democrata esclareceu que Imperatriz, a sede da Macroregião, responde pelo atendimento de media e alta complexidade para 1 milhão e 300 mil pessoas de 48 cidades, e se consolida como um grande polo de saúde pública do Estado do Maranhão. Pereira entende que por ser a porta de entrada de usuários do Sistema Único de Saúde, a cidade de imperatriz precisa, urgentemente, cumprir os princípios norteadores do SUS.
Antônio garante que as metas de saúde pública só podem ser cumpridas, de forma efetiva, com o hospital público de alta complexidade, cobrado pela população das autoridades. Na avaliação de Pereira, além do tratamento digno e humano aos usuários do SUS, o hospital facilitará as atividades do curso de Medicina da UFMA, que será instalado em Imperatriz até no final de 2013.
O parlamentar observa que a demanda nas ações de media e alta complexidade e crescente nas mencionadas regiões, e a ausência de um hospital publico municipal tem comprometido a assistência aos usuários, contrariando os princípios estabelecidos pelo SUS. “A distancia da cidade de Imperatriz de São Luís e a pactuação dos procedimentos de alta complexidade na Capital, dificultam o acesso dos usuários aos SUS”, lamenta Pereira.
O hospital e o Curso de Medicina da UFMA fazem parte da luta do deputado Antônio Pereira na Assembleia Legislativa, desde 2003, quando o parlamentar conquistou seu primeiro mandato no poder Legislativo estadual. Neste período, Antônio acionou todas as esferas de poder para conseguir a realização dos benefícios, cobrados pela população das regiões Tocantina, Sul e Central.
- Adonias Soares
- 14/06/2012
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O adiamento da convenção do PTB do dia 17/06 para o próximo dia 24 de junho só veio comprovar o que um irenista de peso do grupo da prefeita havia informado a este blog. Disse ele: “A coisa está é feia para lado do candidato da prefeita Irene, Raimundinho da Audiolar, pois por conta de acordos até agora não cumpridos, alguns correligionários estão ameaçando abandonar o barco do petebista”, relatou a fonte. Segundo este mesmo irenista, o pré-candidato Raimundinho da Audiolar juntamente com a prefeita Irene, teriam aceitado determinadas imposições de aliados com o intuito de fecharem a chapa para as eleições de 2012, entretanto até hoje não cumpriram nada do que fora acordado, o que vem gerando insatisfações entre os “companheiros”. Pelo menos duas reuniões foram realizadas nos últimos dias entre os vereadores aliados da prefeita e a alta cúpula da campanha de Raimundinho, todas com o intuito de acertarem, ou melhor, acomodarem os interesses que a cada dia se divergem com mais intensidade no grupo ireneano. A ambição descontrolada de muitos, associada à perda de espaço por alguns e o desprestígio claro de outros, vem causando um mal estar sem precedentes no ninho das pipiras e na lagoa dos cururus. Um vereador da prefeita chegou inclusive a indagar na tarde desta quarta-feira 13/06 numa roda de amigos: “Cadê a Irene? Cadê o Raimundinho da Audiolar? Assim fica impossível se fazer uma campanha com a prefeita e seu candidato sumidos”, reclamou o vereador. Abaixo o primeiro Edital de convocação informando a convenção que seria realizada em 17 de junho publicada num blog alugado de São Luis.
- Adonias Soares
- 13/06/2012
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O jornalista Décio Sá foi assassinado por uma quadrilha formada pelos agiotas Gláucio Pontes e seu pai, conhecido por Miranda, que também executaram o “empresário” Fábio Brasil, em Teresina (PI).
A polícia também já prendeu o homem conhecido por Júnior Bolinha, que teria sido o responsável pelo agenciamento do pistoleiro, preso na semana passada.
Segundo as investigações, Décio entrou na mira de Gláucio quando começou a denunciar em seu blog as ações de agiotas no Maranhão.
Como fachada para seu negócio de empréstimo, o agiota mantinha empresas de fornecimento de material escolar e medicamentos, o que lhe gaqrantia proteção de políticos – deputados e prefeitos – e até membros da polícia e do Judiciário.
A morte de Fábio Brasil
A trama remete a outubro do ano passado. Naquele mês, o agiota recebeu um pistoleiro que lhe contou ter sido contratado para executá-lo por Fábio Brasil – ou Júnior Brasil, como era conhecido.
Motivo: Brasil lhe devia R$ 200 mil e não tinha como pagar. Como saída, resolveu matá-lo, oferecendo R$ 100 mil ao pistoleiro. Morte de Fábio Brasil teria levado à execução de Décio
Como não pagou o executor, o bandido procurou Gláucio, oferecendo o serviço pelo mesmo valor.
Tudo está registrado em uma ocorrência policial investigada pela polícia. Neste boletim, o “empresário” diz ter recusado o serviço”, mas, segundo a polícia contou a história para que Júnior Bolinha resolvesse.
Meses depois, Fábio Brasil foi morto em praça pública, em Teresina. Décio Sá publicou a notícia e, depois, foi informado de que o mandante seria Gláucio. (Leia aqui a notícia da morte de Brasil) Morte de Fábio Brasil teria levado à de Décio
Jornalistas e agiotas
Há informações de que Gláucio e Décio Sá teriam se reunido – juntamente com outros jornalistas – ocasião em que o agiota teria dito que o autor do crime contra Fábio Brasil seria, na verdade, Júnior Bolinha, que o estaria chantageando para resolver o valor da execução.
Neste meio tempo – por intermédio de um homem conhecido por Buchecha, Bolinha já havia alugado uma casa no Parque Vitória e trazido dois homens do Pará.
A princípio, a dupla faria um sequestro do pai de Gláucio, o Miranda – também preso hoje – como forma de pressionar o comparsa a pagar os R$ 100 mil pela morte de Brasil.
Mas Bolinha acabou informado – provavelmente pelo próprio Gláucio – de que Décio Sá sabia de mais e aproveitou os bandidos do Pará para executar o jornalista antes da publicação da matéria.
Rixa antiga
Bolinha já nutria ódio mortal de Décio Sá desde 2009, quando o jornalista publicou matéria do seu envolvimento em roubo de veículos – ele chegou a ser preso, em operação da Polícia Federal, com um trator roubado em sua propriedade, em Santa Inês.
Nesta mesma ocasião, Gláucio conseguiu escapar da prisão por causa da interferência de um policial amigo, que o avisou da ação da PF.
Por conta da notícia de prisão publicada no blog de Décio, Bolinha perdeu a bandeira da Coca-Cola, que representava em Santa Inês. Segundo as investigações, resolveu então que “não deixaria Décio destruir sua vida mais uma vez”, com a revelação da morte de Fábio Brasil.
Mansão no Calhau
Para matar Décio, Bolinha contou com a ajuda do próprio Gláucio na empreitada, segundo a investigação.
A polícia descobriu que o empresário-agiota mantinha uma casa no Calhau, a menos de 500 metros da área por onde os assassinos de Décio Sá empreenderam fuga. A casa servia apenas de escritório particular e depósito de material escolar.
A polícia entende que os bandidos se deslocaram para lá na noite do crime, o que impossibilitou a captura, já que não estavam nas ruas.
Com os depoimentos de Valdêmio José da Silva e a prisão de um dos executores, a polícia montou as últimas peças do quebra-cabeça, resultando na prisão dos mandantes nesta manhã.
E assim, elucidou o assassinato do jornalista…





