Vídeo divulgado em relatório da ONG Conectas é a primeira evidência robusta das denúncias que este blog e a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos vêm fazendo desde 2015, segundo a qual há um acordo entre o governo e as facções criminosas para manter a paz nos presídios

Pedrinhas: ONgs garantem que o fim dessas cenas tem um preço
Pedrinhas: ONgs garantem que o fim dessas cenas tem um preço

É bombástico contra o governo Flávio Dino (PCdoB) um dos vídeos divulgados em relatório conjunto das ONGs Conectas e Justiça Global, em parceria com a OAB-MA e Sociedade Maranhense dos Direitos Humanos.

Depoimento dos presos sugerem haver mesmo um acordo entre os setores do governo com membros de facções criminosas, para barrar as mortes no Complexo de Pedrinhas, desconfiança que este blog sempre levantou – desde a eleição de 2014, inclusive. (Relembre aqui e aqui)

– Eles falaram que eles tiraram nossas coisas por causa dessa briga que tava tendo, dessa guerra doida aí, entendeu? Não tá tendo mais isso aí, não, entendeu? – disse um dos presos.

Em 1º de janeiro de 2016, em entrevista ao site G1, o representante da Sociedade Maranhense dos Direitos Humanos, Wagner Cabral, reforçou a denúncia de que havia um pacto entre governo e facções.

– Diminuem os crimes contra a vida, que são resultantes dessa briga de execuções entre facções, e aumenta os crimes contra o patrimônio, que tem como base exatamente o assalto, o roubo –disse Cabral, em matéria repercutida neste blog. (Relembre)

Mas o caso remonta mesmo à época da campanha, como revelou o ex-secretário de Administração Penitenciária Sebastião Uchôa, no post “Ex-secretário tentou prender mais de 100 servidores de Pedrinhas por envolvimento em crimes…”

Todos os suspeitos apontados por Uchôa continuam desenvolvendo suas atividades em Pedrinhas; e alguns ganharam mais forças no governo Flávio Dino. (Veja aqui)

O relatório da Conectas Direitos Humanos foi divulgado na última segunda-feira, com forte repercussão em todo o país. (Entenda aqui)

Mas, até agora, o governo comunista mantém silêncio sobre o assunto…

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Por Marco D´Eça

Por Tereza Cruvinel do Brasil247

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A saída de José Eduardo Cardozo do Ministério da Justiça deveria servir a um debate construtivo, se isso existisse no Brasil, sobre a Polícia Federal de que o Brasil precisa. Tal debate passaria pelos limites da independência do órgão, questão que está na raiz dos conflitos entre o ministro e seu partido, e outras atribuições de uma Polícia Federal necessária, que deve combater a corrupção mas também servir às diretrizes do governo no combate a crimes como tráfico de drogas, de armas, de bens da biodiversidade etc.

Hoje, divulgada a saída do ministro, a entidade que congrega os delegados federais emitiu nota em que se dizem “extremamente preocupados”, temendo que a troca de titular na Justiça ameace a independência da PF nas investigações. A nota é um reconhecimento tácito de que sob Cardozo houve independência total, ou quase, porque no final ela diz que o próximo objetivo da PF é obter a completa autonomia financeira em relação ao Ministério da Justiça. “Autonomia financeira é poder mandar 40 policiais para uma operação sem precisar pedir autorização do Ministério”, termina a nota.

Nem a absoluta independência operacional nem a autonomia financeira da PF estão na Constituição. Com o tempo, e especialmente com a complacência dos governos petistas, que se esforçaram para explicitar seu “republicanismo”, deixando-a operar livremente, a PF foi se tornando um corpo autônomo dentro do Estado brasileiro. E antes que alguém me acuse de defender sua submissão ao governo ou alívio no combate à corrupção, vamos esclarecer as coisas.

Nos termos da Constituição, a PF pode ser convocada pelo Ministério Público ou pela Justiça para agir como Polícia Judiciária. E nesta condição deve atuar com independência e sintonia com estes poderes, e não com o Executivo. Ou seja, se o procurador ou o juiz mandar prender, o ministro da Justiça não pode dar contra-ordem. Como Polícia Judiciária, ela deve cumprir ordens dos outros poderes (MP e Judiciário) e não ter uma política própria de ação (o que tem gerado conflitos com os procuradores).

Entretanto, a Polícia Federal, à luz da Constituição, é também um braço do Poder Executivo para dar conta de outras tarefas. Alguém já viu a PF colocar 40 policiais numa operação para subir o Morro do Alemão numa ação contra o tráfico de drogas? Não. E no entanto, combater o narcotráfico é atribuição dela. Garantir a segurança de eventos internacionais também, mas como o órgão tornou-se conflitivo com o Executivo, as Forças Armadas é que desempenharam a tarefa na Copa, com a PF em papel secundário. O que o governo temeu qualquer um temeria. Que uma PF que não esconde seu oposicionismo fizesse corpo mole ou de alguma forma contribuísse para algum fiasco na área de segurança durante a Copa.

Algo está errado quando o organismo policial federal torna-se um opositor do governo a que deveria prestar serviços. Ou quando o governo perde a confiança no organismo de que teria que se valer para servir à sociedade. Afinal, quem financia a PF é a sociedade, com seus impostos. Imagine o FBI fazendo oposição aos ocupantes da Casa Branca! Imagine se o governo americano perde a confiança no FBI!

O que os policiais estão temendo, com a troca de ministro, é que lhes seja exigida a necessária subordinação hierárquica. Não para que deixem de combater a corrupção, mesmo quando envolva figuras do governo ou de partidos governistas. Mas para que seu diretor-geral tenha comando sobre a tropa e preste contas ao ministro. Cardozo, muitas vezes, não foi previamente informado de operações desencadeadas pela PF. Isso seria inadmissível em qualquer país, mas o atual ministro sempre se desculpou reafirmando seu respeito à independência da corporação. E assim, chegamos à situação atual, em que a PF faz o que quer, como quer, quando quer. Agora, não quer nem prestar contas de seus gastos, reivindicando total autonomia financeira, o que nenhum órgão do Estado possui, nem mesmo as estatais não-dependentes do orçamento da União.

Convenhamos. A PF é um organismo importante e necessário ao Brasil. Acumulou inteligência e competência. Serviu à ditadura, mas adaptou-se bem à democracia, nos primeiros tempos. Mas o Brasil precisa dela não apenas para combater a corrupção – a corrupção seletiva, de certos grupos, pessoas e partidos. Raramente surge, nos tempos correntes, notícia sobre uma importante operação da PF no combate a outros crimes, embora eles não faltem no Brasil. Máfias e gangues de diferentes matrizes estão soltas por aí.

O novo ministro, seja quem for, enfrentará os mesmos desafios. E já chegará sob a desconfiança de que foi escolhido para enquadrar a PF. O momento não contribui, mas em algum momento precisamos discutir e decidir sobre qual é mesmo a Polícia Federal que queremos.

Investigações levaram a quatro suspeitos de envolvimento em explosões de bancos em Santa Inês e Alto Alegre? um ex­-militar está entre os presos Bando capturado em Santa Inês e Alto Alegre.

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SANTA INÊS: ­ Organização criminosa, especializada em explosão de caixas eletrônicos, é desarticulada em operação realizada pela Polícia Civil em parceria com a Polícia Militar nas cidades de Santa Inês e Alto Alegre. Entre os presos estão Wandesson da Silva Araújo, Adailton José do Nascimento Sousa, Wallyson Sousa Santos e Renato Menezes da Silva. Segundo as investigações, a quadrilha tem envolvimento no assalto ao Banco do Brasil da cidade de Cantanhede, ocorrido no dia 28 de novembro de 2014, e também na explosão aos caixas eletrônicos da prefeitura de Peritoró, no ano de 2012. A quadrilha está sendo investigada como autora das explosões ocorridas este ano nas cidades de Tufilândia, Lago Verde e Alto Alegre. Os criminosos Wandeson da Silva Araújo possui antecedentes criminais por roubo ao Banco postal da cidade de Bela Vista no Maranhão, por porte ilegal de arma de fogo em Santa Inês e dois mandados de prisão em aberto nas comarcas de Cantanhede e Santa Inês. Adailton José do Nascimento Sousa, ex­policial militar expulso em 2001 por envolvimento em roubo a carga na região de Santa Inês, possui mandado de prisão em aberto pela comarca de Cantanhede por assalto a banco. Wallyson Sousa Santos possui antecedentes por receptação em Santa Inês. Renato Menezes da Silva possui antecedentes criminais por roubo a banco nas cidades de Cantanhede e Coroatá e porte ilegal de arma de fogo em Santa Inês.

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Com informações do Imirante.com

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Biné Soares, Carlos Brandão, Maurício Itpary e Juran Carvalho

Em reunião na tarde desta sexta-feira dia 26/02, o Prefeito de Presidente Dutra Juran Carvalho (PRB), defendeu a imediata recuperação e asfaltamento da BR-226 que liga o município a Timon na divisa com o estado do Piauí. Da reunião participaram o Vice Governador do Estado Carlos Brandão (PSDB) e o Superintendente do DNIT no 20160226161534 (1)Maranhão Maurício Itapary. Vários assuntos foram debatidos, entre os quais, o asfaltamento da BR-226 e outros de interesse da população presidutrense. Na ocasião, o Superintendente do DNIT expôs a necessidade de uma união da classe política do Estado para que a pavimentação da estrada que liga Presidente Dutra à Timon seja iniciada brevemente. De acordo com com o Vice Governador Carlos Brandão, já houve uma licitação para a escolha da empresa que realizará os serviços, orçados inicialmente em mais de R$ 80 milhões de reais. No entanto, o Governo Federal alega falta de recursos financeiros para o início da execução da obra. “O empenho da obra deve sair nos próximos dias. Agora, precisamos dos nossos Deputados Federais e Senadores para assegurarem junto ao Governo Federal os recursos financeiros necessários para que a obra saia logo do papel”, frisou o superintendente do DNIT. O Prefeito de Presidente Dutra Juran Carvalho, se colocou à disposição do Governo do Estado e do DNIT para tudo aquilo que for necessário para o início dessa tão sonhada estrada. Quem também participou do encontro o Secretário Municipal Biné Soares.

Menos de vinte dias após realizar um carnaval de arromba, contratando bandas a peso de ouro, gastando rios de dinheiro público com a folia momesca, a Prefeitura de Dom Pedro, através do prefeito Hernando Macêdo mostra a total falta de compromisso com a educação do município. Que o digam alunos e professores da Escola Municipal Gonçalves. Bastou uma pequena chuva na tarde desta terça-feira para o interior da escola ficar completamente alagado. “Tivemos um carnaval onde foram gastos milhões de reais e veja como estamos: na lama”, desabafa uma professora.

A água chegou de repente, pegando os alunos de surpresa ainda em sala de aula. O vídeo abaixo enviado ao Blogue mostra alguns alunos se divertindo com a situação vexatória que estavam passando. A maioria sem entender o que estava acontecendo. Perguntar não ofende: E os recursos do FUNDEB, onde estão sendo aplicados? Com a palavra, o Ministério Público.

Na noite desse domingo (21), uma briga familiar resultou na morte do jovem Josinaldo da Conceição dos Santos, que foi assassinado pelo pai, identificado como Josemar Gama dos Santos. Segundo testemunhas, o pai matou o filho por engano. O crime aconteceu no povoado Placas, zona rural de Vargem Grande. Populares afirmam que Josemar Gama havia se desentendido com o genro, identificado como Nandes Araújo. Durante a confusão, Josinaldo da Conceição teria ido até a casa de Nandes para tentar controlar os ânimos, no caminho, o pai dele o confundiu com o genro, por causa da escuridão, e acabou desferindo um tiro de espingarda na altura do peito do filho. Ao perceber que tinha atirado em Josinaldo, Josemar levou o filho para o Hospital Municipal Benito Mussolini, mas o jovem não resistiu aos ferimentos e morreu. Testemunhas afirmam que, após Josemar saber da morte do filho, fugiu do local e está desaparecido.

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Com informações do imirante.com

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