Órgão também registrou 3.539 motoristas realizando ultrapassagens irregulares nas rodovias federais. Entre os dias 22 e 25, foram 252 acidentes graves em todo o País.

No feriado de Natal, entre os dias 22 e 25, a polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou 34.487 flagrantes de excesso de velocidade em rodovias federais de todo o Brasil. Durante os quatro primeiros dias da Operação Rodovida, a PRF focou sua fiscalização no combate à condutas como: ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade e direção após o consumo de álcool.

Em relação ao mesmo período do ano anterior, a PRF registrou uma redução de 30% no número de mortes nas estradas. Em 2016 foram 113 contra 79 este ano. Cabe destacar o fato de que, em 2016, o dia 25 de dezembro – Natal – caiu em um domingo e em 2017, tivemos este mesmo dia em uma segunda-feira, fazendo com que o Natal configure como um feriado prolongado.

Entre sexta-feira (22) e segunda-feira (25), a PRF registrou 3.539 motoristas realizando ultrapassagens irregulares em todo o Brasil. As ações de fiscalização do órgão também focaram a alcoolemia ao volante – durante os quatro dias foram 627 autos de infração para motoristas que dirigiram após ingerir bebida alcoólica.

Outros 1.418 motoristas foram flagrados sem cinto de segurança. Durante as fiscalizações, a PRF também emitiu 232 autos de infração para motociclistas sem capacete, 278 motoristas foram flagrados trafegando com crianças sem o dispositivo de segurança (cadeirinha) também foram autuados.

Mesmo com ações de educação para o trânsito, onde policiais rodoviários federais alertam os motoristas sobre condutas que podem resultar em acidentes, o órgão contabilizou 1.352 acidentes em rodovias federais. Destes, 252 foram acidentes graves, quando resultam em, pelo menos, um óbito ou um ferido gravemente. Esses acidentes resultaram em 1.320 feridos e 79 mortos.

Esforço de fiscalização – Durante os quatro dias de Operação do período de Natal deste ano, a PRF fiscalizou 33.133 pessoas e 32.630 veículos em todo o Brasil. Os policiais rodoviários federais também realizaram 19.358 testes de etilômetro (bafômetro). As ações de educação para o trânsito alcançaram 11.351 motoristas.

Rodovida – Criada em 2011, Rodovida é uma ação do governo federal, comandada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da PRF, com apoio da Presidência da República, Casa Civil e dos ministérios das Cidades, da Saúde e dos Transportes.

Acontecendo em período de maior fluxo rodoviário (comemorações de final de ano, férias escolares de janeiro e Carnaval), época em que milhões de brasileiros pegam a estrada, com aumento de fluxo de veículos em praticamente todas as regiões do Brasil, a Rodovida priorizará ações integradas e simultâneas, envolvendo diversas agências de fiscalização, com atuação coordenada e sistêmica, dentro dos respectivos eixos de competência, com o intuito de somar forças no enfrentamento à violência no trânsito e na redução dos custos sociais decorrentes.

Durante o período da operação, a PRF intensificará as ações de fiscalização, focadas principalmente para coibir as condutas de ultrapassagens irregulares, excesso de velocidade, consumo de álcool, atropelamento de pedestres e trânsito irregular de motocicletas.

Em paralelo às ações de fiscalização da Polícia Rodoviária Federal e instituições de segurança pública os ministérios da Justiça, das Cidades, dos Transportes e da Saúde promoverão companhas publicitárias de conscientização em todo o Brasil.

A operação seguirá até 18 de fevereiro e abrangerá o período das férias escolares, festas de Natal, Ano Novo e Carnaval, feriados marcados pelo aumento no fluxo de veículos e de passageiros.

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Polícia Rodoviária Federal
Assessoria de Comunicação Social

Em plena véspera de Natal – quando a convenção social valoriza a expressão dos melhores sentimentos como a bondade e o amor ao próximos – somos brindados com um petardo de ódio e ira vingadora.

Na capa da UOL, em artigo exclusivo, o tal procurador Deltan fulmina o indulto natalino – decreto anual assinado pelo presidente da República que diminui penas de presos que atendam a alguns requisitos.

Abusando das hipérboles, como um anjo vingador, o rapaz adestrado nos EUA, pastor fundamentalista e dublê de político lacerdista denuncia o indulto de 2017 como “presente de Natal aos corruptos” que, ainda por cima, “fulmina a estratégia de expansão das investigações com base em colaborações premiadas, o motor propulsor da Lava Jato”.

Ora, ora. Moro, Deltan e sua turma esculhambaram o mecanismo de delação premiada. Não exigiram provas das delações, concederam benefícios a mais de 150 réus, inclusive deixando-os desfrutar de parte da grana roubada. Todo o circo da Lava-Jato sempre foi montado para incriminar o PT e Lula.

Portanto, não é o indulto que vai “estancar Lava-Jato”. A operação perdeu credibilidade quando ficou nítido sua parcialidade, seu papel no golpe e na destruição das empresas nacionais.

Quase babando, o pastor Dallagnol vende a tese de que a prisão é o único mecanismo para prevenir e combater crimes contra a Administração pública.

Demagogia barata a serviço do senso comum punitivista da classe média (e, que, infelizmente, atinge parte da esquerda).

A corrupção se combate com mecanismos de regulação permanentes e institucionalizados. E a maior pena contra criminosos de colarinho branco é a devolução dos recursos roubados e seu afastamento da vida pública e o cumprimento de penas que podem ir da prisão domiciliar, até serviços comunitários.

Prisão pra que e pra quem?

O Brasil prende muito e prende de forma errada. Batemos mais de 700 mil presos. Somos o terceiro país do mundo em temos de encarceramento. Grosso modo, 70% dos presos são pretos, pobres, jovens, encarcerados por delitos menores e em função da absurda lei de drogas, que não combate o tráfico, mas persegue a periferia.

Não precisamos de vingança social, mas de cessar a matança e o encarceramento em massa da juventude. Prender um ou outro político não vai nem resolver o problema da corrupção nem “fazer justiça” à massa pobre encarcerada.

Precisamos implementar penas alternativas à prisão. Prisão deve ser reservada para casos de crimes contra a vida cometidos por pessoas efetivamente violentas e perigosas

Esse discursinho de “corruptos na cadeia” é feito sob medida para alimentar o fascismo das classes médias e fortalecer a burocracia reacionária do Judiciário, Ministério Público, Polícia Federal. Trata-se de desmoralizar a política como espaço de transformação. Ou seja: jogar água no moinho do golpe e das reformas neoliberais.

Maluf é um dos ícones da direita corrupta e autoritária. Eu apoiaria sua prisão se o motivo fosse seu papel na ditadura militar, se acusação fosse de crimes contra a humanidade – que sabidamente ele cometeu.

Mas prender em regime fechado um velhinho de 86 anos, doente, há muito afastado do centro do poder, por crimes que ele cometeu há mais de 20 anos não faz nenhum sentido. É só uma forma do Judiciário limpar sua imagem e tentar se mostrar imparcial.

Afinal, “a lei é para todos”, lembram?

O moralismo hipócrita de Deltan Dallagnol  e Edson Fachin a serviço do golpe e da destruição de Lula: e não perdoam nem o Natal.

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Por: Julian Rodrigues

Abalado com o péssimo despenho nas pesquisas eleitorais e abandonado por praticamente todas as lideranças do PSDB no Maranhão, o senador Roberto Rocha mudou seu discurso de que seria candidato ao governo “haja o que houver”. O tucano agora admite até mesmo a possibilidade de sair da disputa.

Durante sua visita a sede do PSDB no bairro Renascença, na manhã desta sexta-feira (22), “Asa de Avião” disse que está incluso em um projeto do governador Geraldo Alckmin (PSDB). “Se tiver alguma maneira de ajudar eleger o Geraldo Alckmin presidente da República e essa maneira for eu não ser candidato, eu não seria candidato”, revelou.

Pura balela, afinal, Roberto anuncia seu desejo de disputar a cadeira no Palácio dos Leões desde quando ainda estava no PSB.

Na verdade, o isolamento e o fato de ser um “alérgico a voto” mudaram seus planos, tanto que o tucano faz de tudo para emplacar o filho, Roberto Rocha Júnior, como vice da ex-governadora Roseana Sarney (PMDB).

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Marrapa.com

O governador Flávio Dino (PCdoB) seria reeleito com mais de 60% dos votos válidos, segundo pesquisa do Instituto Datailha, divulgada pela TV Difusora, na noite desta sexta-feira (22).

De acordo com o levantamento estimulado, quando são apresentados os nomes dos candidatos, Flávio Dino lidera com 60,13% das intenções de votos válidos. Roseana Sarney (PMDB) é a segunda colocada com 30,21% das intenções de votos. Na terceira colocação Eduardo Braide (PMN) com 4,54%, seguido por Ricardo Murad (PRP) com 2,56%. Roberto Rocha (PSDB) e Maura Jorge (Pode) têm 1,63% e 0,93% das intenções de votos, respectivamente.

CONFRONTO DIRETO

Flávio Dino também venceria a eleição no confronto direto com Roseana Sarney, segundo o Datailha. O governador têm 65,30% dos votos válidos contra 34,70% da ex-governadora do PMDB.

APROVAÇÃO

O governo Flávio Dino segue com ampla aprovação popular, segundo a pesquisa. Questionados se aprovam ou não o governo, 60,49% dos entrevistados disseram aprovar a gestão Flávio Dino, enquanto 39,51% disseram não aprovar  governo.

A pesquisa foi realizada entre os dias 19, 20 e 21 deste mês. Foram ouvidos 2.032 eleitores em 37 municípios. A margem de erro é de 3,3 pontos percentuais com intervalo de confiança de 95 %.

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