A prefeita Consuelo Lima de Jatobá, município localizado próximo a Colinas-MA, declarou apoio à candidatura do Jovem Ciro Neto (PP) na tarde deste domingo (16).

O anúncio foi feito ao próprio Ciro durante reunião com a prefeita e seu grupo político no município, que teve também a presença do Secretário de Governo e Mobilidade Urbana de Presidente Dutra Clailson Nascimento.

Consuelo Lima que atualmente é uma das prefeitas mais bem avaliadas da região, está no seu segundo mandato e vem de uma família política; o irmão, Genésio Lima foi vereador e presidente da câmara, e o pai, Miguel Bento foi o primeiro prefeito eleito do município em 1996 com 39% e reeleito em 2000 com mais de 61%. Portanto, um apoio importantíssimo que só vem somar e consolidar a candidatura Ciro Neto na região.

O pepista conta agora com o apoio das duas principais lideranças políticas de Jatobá, da prefeita Consuelo Lima e do seu ex-marido, o advogado Antenor Alencar, que estarão trabalhando por uma vitória de Ciro Neto em 7 de Outubro.

Arapuá e Bola na Rede entraram em campo pela segunda vez no 2º Campeonato Municipal Seu Doquinha. Em uma partida Truncada e de poucas chances de gols, o Arapuá, aproveitou vacilo do zagueiro Adalberto e do goleiro Rodrigo, para fazer o gol da vitória. Aos 10 minutos,  Jogada pela direita do atacante Artur,  cruzou na área o zagueiro Adalberto falhou,  e na indecisão do goleiro Rodrigo, a bola se ofereceu para Leandro, o atacante chutou forte e fez o gol do Arapuá. Aos 40 minutos Artur teve a chance de fazer 2 a 0, em jogada individual entrou na área o chute parou na trave do goleiro Rodrigo. A partida foi muito truncada com muitas faltas cometidas por parte das duas equipes. No segundo tempo o Arapuá ficou com um jogador a menos, Lenilson foi expulso após receber o segundo amarelo por falta violenta em Geovane Tuntum.

Leandro, fez o gol da vitoria do Arapuá.

A chance do empate do Bola na Rede, veio aos 8 minutos do segundo tempo quando Odair derrubou Marquinho Ovelha dentro da área e o árbitro Raimundo Leal marcou pênalti. O capitão Jó , foi o encarregado para bater, Jó, tentou deslocar o goleiro Daniel , tirou muito e a bola foi para fora. No finalzinho o atacante Noinha, desperdiçou uma chance incrível na frente do goleiro Rodrigo ele acabou se enrolando e caindo em cima da bola. Com a Vitória o Arapuá chega a 4 pontos e alcança a primeira colocação do Grupo B, o Jundiaí é o segundo com 3 pontos e 1 jogo a menos. Já o Bola na Rede, sofreu a sua segunda derrota e vai ter que vencer o Boa Vista na última Rodada para sonhar em classificação para a próxima fase. O próximo adversário do Arapuá será o Mônaco no dia 20 de outubro.

Por: Dalvino Barbosa

O candidato a presidente pelo PDT, Ciro Gomes, se irritou com uma pergunta feita por um repórter durante sua passagem por Boa Vista, capital de Roraima, na tarde de sábado (15).

Ao ser perguntado sobre uma declaração dada em meados de agosto, onde classificou as agressões de brasileiros a venezuelanos em Paracaima (RR) como “desumanidade” e “canalhice”, Ciro negou-se a responder e passou a xingar o repórter Nicolas Maciel Petri, da TV Tropical, afiliada do SBT no estado.

“Vai pra casa do Romero Jucá, seu filho da puta! Pode tirar esse daqui, esse daqui é do Romero Jucá”, disse o candidato, pedindo para seus seguranças retirassem Nicolas do local da entrevista.

Em seu Facebook, o repórter disse lamentar o ocorrido e que sofreu um ‘ato de covardia’.

“Daí, em um ato de covardia, o Senhor Ciro Gomes me deu um soco na barriga e me xingou de filho da puta. Fique sem reação porquê não sou de violência. Apenas fiz uma pergunta. Lamento que um candidato a presidente que tenha esse tipo de atitude e que tenha uma candidata ao senado aqui de Roraima que o apoie”, criticou Nicolas.

O candidato não comentou sobre o caso.

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Do Brasil247

William Bonner parte para o ataque na entrevista-interrogatório com o candidato presidencial do PT. Mais de 60% do tempo ocupado com perguntas, ilações e opiniões. Só ele interrompeu Fernando Haddad 53 vezes.

Não sei qual é o Brasil que William Bonner quer ver, mas certamente não é um em que Fernando Haddad possa responder às suas perguntas. A última da série de entrevistas com presidenciáveis feitas pelo Jornal Nacional (Assista aqui) – abrindo o telejornal e antes que fosse mostrada a pesquisa Datafolha que confirmou o candidato do PT em forte ascensão, já empatado em segundo lugar com Ciro Gomes (mais que triplicando suas intenções de voto de 4% em 22/08 para 13% em 14/09) -, teve jeito de interrogatório. Pior. Dos 27 minutos de entrevista – assisti diversas vezes para cronometrar -, 16 minutos foram com perguntas e interrupções de William e Renata Vasconcellos, sua parceira de palco. 16 minutos! Ou seja, Haddad teve 11 minutos. Em outras palavras, as perguntas e interrupções tomaram 60% do tempo. William Bonner fez 53 interrupções. Renata outras 19. Em diversos momentos falaram ao mesmo tempo que o candidato, impedindo seu raciocínio.

Mas não eram só perguntas. Bonner e sua coadjuvante de bancada no JN fizeram ilações, deram opiniões, citaram números contestáveis, ocuparam o tempo que podiam. Sempre com ar de deboche e colocando-se como porta-voz da verdade, Bonner indignou-se quando, quase perdendo a paciência, Haddad tentou diferenciar denunciado de réu, citando as Organizações Globo e, por exemplo, seus problemas com a Receita Federal.

Mas a palavra, definitivamente, estava com Bonner, que usava frases como  “candidato, isso não se sustenta”, desqualificando suas respostas. Renata, por sua vez, interrompeu uma resposta de Haddad, que foi perguntado, de forma grave, sobre uma acusação intempestiva do Ministério Público sobre obras em sua gestão na Prefeitura de São Paulo, afirmando “Acho que o Bonner já está satisfeito com sua resposta”. No que Haddad respondeu: “Mas eu não estou. Quando é sua honra que está em jogo, você decide, quando é a minha, eu decido”. Bonner não se deu por satisfeito. “Essa situação não é criada pela Rede Globo, pela mídia, pela imprensa. Estou oferecendo uma oportunidade para se contrapor a essa evidência”, disse Bonner, sem explicar como “contrapor uma evidência”.

Haddad faz cara feia e tenta responder às perguntas-acusações da bancada de apresentadores do JN. Ele deu boa noite a Lula, defendeu Dilma, lembrou as dívidas da Globo com o Fisco e disse a Bonner que quem defendia sua honra era ele. Só 11 dos 27 minutos foram dele.

Haddad ainda tentou argumentar. Golpe parlamentar. Pauta bomba. Citou, mais de uma vez, para um Bonner impaciente, a entrevista do ex-presidente do PSDB, Tasso Jereissati, ao Estado de S.Paulo (Leia aqui), reconhecendo que os tucanos cometeram um “conjunto de erros memoráveis” após a eleição de Dilma Rousseff, com reflexos para o próprio PSDB nas eleições deste ano. Entre eles, questionar o resultado eleitoral, votar contra “princípios básicos” na economia, servindo aos interesses do PMDB, e entrar no governo Temer. “Foi a gota d’água, junto com os problemas do Aécio (Neves). Fomos engolidos pela tentação do poder”, disse Tasso.

Bonner, que abanava a cabeça e franzia o semblante a cada resposta, fez as duas perguntas mais longas, que tomaram mais de 3 minutos. Uma para listar o número de ministros do STF, STJ, juizes e desembargadores nomeados por “governos petistas” – como forma de provar sua tese de que a Justiça é isenta. Mais tarde listou as “promessas não cumpridas” de Haddad, uma a uma, número a número. Em determinado momento, Bonner inverteu, literalmente, os papéis, quando falavam de recessão. “Candidato, o sr me fez uma pergunta eu vou responder”, disse o entrevistador, para, mais uma vez, listar dados que, segundo ele, provariam que a recessão começou e se agravou com Dilma – e não nos últimos dois anos de governo Temer-PSDB. “A presidente Dilma deixou o Brasil na crise onde estamos todos hoje mergulhados”, afirmou Renata. “É fato”, afirmou a dupla, quase em coro.

Mas a obsessão era ouvir de Haddad, em nome do PT, o que chamaram de “autocrítica”, “pedido de desculpas ao povo brasileiro pelos bilhões desviados pela corrupção” e “mea culpa”. Bonner, sem power point para ajudar, defendeu a posição dos procuradores de “corrupção sistêmica” engendrada nos “governos petistas”, o que chamou de “evidências”. “Vamos colocar as coisas nos seus devidos lugares”, repetiu. A insistência dos entrevistadores em que Haddad “pedisse perdão” pelos pecados do PT em duas administrações mostrou bem a importância que parecia ter para a Globo qualquer tipo de admissão de culpa genérica às vésperas da eleição. Devem ignorar, por exemplo, que isso poderia ser reproduzido no horário eleitoral dos adversários de campanha.

A justificativa – que ouvi aqui e ali de gente respeitável – de que os apresentadores do Jornal Nacional usaram estilo semelhante com os demais presidenciáveis, usando e abusando da ênfase e das interrupções, não é justificativa, é defesa de um erro. Sem falar na parcialidade. Como jornalista há três décadas, acho um desrespeito perguntar e não deixar o entrevistado responder, como se só valesse o que você quer ouvir, interrompê-lo a todo instante, e fazer, ao vivo, caras e bocas para as respostas. Não foi feita uma única pergunta sobre planos de governo e soluções para a crise. Preferiram insinuar que Haddad era mais um poste de Lula. Podem se surpreender.

Quem acabou fazendo o mea culpa foi Bonner, depois de apresentar a pesquisa Datafolha, mostrando Haddad em disparada. “Deixa eu fazer uma correção. Agora há pouco ao divulgar a pesquisa Datafolha nós dissemos que o candidato Fernando Haddad, do PT, OSCILOU de 9% para 13%. Segundo o Datafolha, como o crescimento se deu fora da margem de erro, a frase correta é: o candidato Fernando Haddad CRESCEU de 9% para 13%”.

Em tempo. Ao apresentar a pesquisa Datafolha, William Bonner cometeu um ato falho. Que corrigiu, constrangidamente, no bloco seguinte: “Deixa eu fazer uma correção. Agora há pouco ao divulgar a pesquisa Datafolha nós dissemos que o candidato Fernando Haddad, do PT, OSCILOU de 9% para 13%. Segundo o Datafolha, como o crescimento se deu fora da margem de erro, a frase correta é: o candidato Fernando Haddad CRESCEU de 9% para 13%. Pelo erro nós pedimos desculpas”. Podia ter aproveitado e pedido desculpas pela entrevista nada jornalística e muito pouco democrática que protagonizou, tão ensaiada que, dessa vez, dispensou até ponto eletrônico.

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Por Ricardo Miranda

Prints de uma página do TSE que circularam nas redes sociais e grupos de watsaap por todo o dia deste sábado (15) mostrando o indeferimento da candidatura a deputada federal de Priscylla Sá (PMN), na verdade, é uma informação desatualizada; quem garante é o pai da candidata.

De acordo com o empresário Fernando Sá, o motivo do indeferimento se deu pelo atraso na entrega de documentação comprovando o afastamento de Priscylla, do cargo de odontóloga da Prefeitura de São José de Ribamar 90 dias antes da eleição. “Mas nós já mostramos que ela se afastou, com edital e tudo, mas já foi tudo normalizado; foi só uma questão de informação da data que ela se afastou do serviço dela”, declarou Fernando Sá, que completou mandando um recado aos adversários da filha. “E as pessoas que pensavam que ela ia ser indeferida, que pena, não deu certo”, finalizou. A seguir ouça o áudio de Fernando Sá.

O 2º Campeonato Municipal Seu Doquinha deu prosseguimento na tarde deste sábado (15). A partida de hoje marcou as estreias de Vilão e Palmeiras, Em uma partida muito pobre tecnicamente, o Palmeiras conseguiu vencer o Vilão pelo placar de 2 a 0. No primeiro tempo nenhuma das duas equipes fizeram por merecer um melhor resultado o empate em 0 a 0 na primeira etapa retratou a falta de agressividade das duas equipes. Já no segundo tempo o Palmeiras aproveitou-se do desgaste físico do Vilão que ainda teve o zagueiro Pilica expulso e chegou aos 2 a 0. O destaque foi o atacante Denílson, autor dos dois gols do triunfo Palmeirense.

Denilson, autor dos 2 gols do Palmeiras.

No primeiro  gol Denilson bateu forte cruzado e contou com a colaboração do goleiro Cleubi, a bola passou entre as pernas do goleiro do Vilão, já o segundo gol foi um belo gol, Denilson aproveitou  um contra ataque  deu um chapéu no goleiro Cleubi antes de colocar a bola para o fundo do barbante. Primeiramente tenho que agradecer a Deus e ao treinador que meu deu a oportunidade de jogar no Palmeiras feliz com a vitória e agradeço a Deus por ter me abençoado com os 2 gols, destacou o artilheiro Palmeirense. Com a vitória o Palmeiras chega aos  mesmos 3 pontos do Central, alcança a segunda colocação do Grupo D, empurrado o Tigres para a terceira posição. Na próxima rodada o Palmeiras vai enfrentar o 15 de Novembro. Já o Vilão vai ter pela frente o Central.

Por: Dalvino Barbosa

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