- Adonias Soares
- 30/11/2018
- Adonias Soares
- 29/11/2018

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (29), a operação Hybris com a finalidade de reprimir crimes de responsabilidade, lavagem de dinheiro e organização criminosa praticados pelos ex-gestores da prefeitura de Jenipapo dos Vieiras no período de 2005 a 2013.
As investigações foram iniciadas no ano de 2012 e culminaram com a identificação de um esquema criminoso que se apropriou de recursos públicos por meio de fraude em licitações e sua posterior ocultação com a compra de vasta quantidade de imóveis no interior do Estado do Maranhão, distribuindo-os entre familiares do ex-prefeito do município.
O grupo criminoso atuava desde 2005 dissimulando os desvios de verbas públicas destinadas aos fundos de participação municipal, saúde e educação por meio da contratação de empresas familiares que operacionalizavam as ações, que aconteciam principalmente com o saque em espécie de milhões de reais.
O prejuízo aos cofres públicos, segundo levantamentos preliminares, gira em torno de R$ 92 milhões de reais. Vale lembrar que o município de Jenipapo dos Vieiras apresentou-se como a terceira cidade com menor índice de desenvolvimento humano – IDHM do Maranhão no ano 2010. A Polícia Federal cumpriu 11 mandados judiciais de busca e apreensão nas cidades de São Luis, Jenipapo dos Vieiras e Cedral e, ainda, foi determinado o sequestro judicial de 62 imóveis que estão em nome dos investigados.
A operação contou com a participação de 60 policiais Federais da Superintendência Regional no Maranhão. O nome Hybris da operação vem de Aristóteles, que definia a humilhação de pessoas pelo mero descaso, independente de causa ou qualquer coisa que tenha acontecido ou que elas tenham feito. Hybris não é o acerto de contas por erros cometidos – isso é vingança. Hybris é o descaso que alguém tem pelos outros, ou pelos deuses, quando acha que pode fazer tudo que quiser.
Os envolvidos foram indiciados pelos crimes de responsabilidade, lavagem de dinheiro e associação criminosa, cujas penas máximas podem alcançar 22 anos de prisão.
- Adonias Soares
- 28/11/2018
Por: Dalvino Barbosa.

A Comissão Disciplinar do Campeonato Municipal de Futebol Seu Doquinha, puniu na manhã desta quarta-feira (28) cinco jogadores de Central e Jundiai envolvidos na confusão do jogo que definiu o classificado para as semifinais. Bil goleiro do Central e Fabiano Venâncio, atacante do Jundiai, pegaram um gancho de 5 jogos, Gongo e Junior do Beto, pelo Central e Jarbas pelo Jundiai, foram suspensos por uma partida. A suspensão do goleiro Bil, foi baseada no relatório do Arbitro Ronalde Pinto dos Santos, segundo o árbitro, Bil, agrediu o atacante Fabiano Venâncio, como também após ser expulso, agrediu verbalmente o Auxiliar Odaésio Gouveia. Já Fabiano Venâncio, que se quer foi expulso pelo árbitro durante a partida, porém no oficio encaminhado ao Jundiai, a Comissão Disciplinar, informou que o atleta foi suspenso baseado nas imagens vinculadas pela imprensa.
Confira o Relatório do árbitro.

Outras Punições.
Além de Bil, Fabiano Venâncio, Junior do Beto, Gongo e Jarbas. A Comissão Disciplinar informou através de oficio a punição do Diretor de Futebol do Jundiaí, Marcio Jales ( 5) jogos. Luís de Sousa dos Santos, Thiago de Sousa Venâncio atletas e o Treinador Reilan do Asa Esporte Clube (5) jogos. Cirlei Carvalho, atleta do Arapuá Esporte Clube, (5) jogos. Alex Amorim da Silva do Angical Futebol Clube (5) jogos.
Confira os oficios das suspensões.
Oficio 0043/2018 Presidente Dutra 28 de novembro de 2018
Ao
Joab Ferreira de Alencar
Presidente do Jundiaí Esporte Clube
Venho por meio desde comunicar, a vossa senhoria que o senhor Fabiano Venâncio de Sousa Lima do Jundiaí Esporte Clube, esta suspenso por cinco partidas, após, a comissão disciplinar fazer uso das imagens vinculadas pela imprensa na partida 40 entre Jundiaí X Central do 2º Campeonato Municipal amador de Presidente Dutra (Sr. Doquinha).
Sem mais para o momento, e contando com a certeza da sua colaboração e compreensão, reitero votos de elevada estima e satisfação.
Atenciosamente;
Lindomar Carvalho
Secretario Municipal de Esporte, Cultura e Juventude
Oficio 0043/2018 Presidente Dutra 28 de novembro de 2018
Ao
Joab Ferreira de Alencar
Presidente do Jundiaí Esporte Clube
Venho por meio desde comunicar, a vossa senhoria que o senhor Fabiano Venâncio de Sousa Lima do Jundiaí Esporte Clube, esta suspenso por cinco partidas, após, a comissão disciplinar fazer uso das imagens vinculadas pela imprensa na partida 40 entre Jundiaí X Central do 2º Campeonato Municipal amador de Presidente Dutra (Sr. Doquinha).
Sem mais para o momento, e contando com a certeza da sua colaboração e compreensão, reitero votos de elevada estima e satisfação.
Atenciosamente;
Lindomar Carvalho
Secretario Municipal de Esporte, Cultura e Juventude
- Adonias Soares
- 28/11/2018
Elineia Francisca Galvão foi condenada na terça (27) a 27 anos e 11 meses de prisão pela morte do empresário Fernando Henrique Cruz Pinho ocorrida em 2017 em Pindaré-Mirim.

Elineia Francisca Galvão foi condenada na terça-feira (27) a 27 anos e 11 meses de prisão após ser levada a júri popular no município de Pindaré-Mirim, a 255 km de São Luís, por encomendar a morte seu pai, o empresário Fernando Henrique Cruz Pinho, ocorrido no dia 6 de julho de 2017, em Pindaré-Mirim.
A polícia concluiu que os tiros que mataram o empresário foram disparados por Cleiton Cerqueira Frazão, que é primo da vítima. O empresário morreu um dia depois do crime no Hospital Macrorregional de Santa Inês, a 250 km da capital, depois de ser baleado ao fazer uma caminhada pela estrada que liga Pindaré-Mirim e Santa Inês.
A primeira prisão do caso aconteceu no dia 24 de julho de 2017. Investigando e ouvindo testemunhas a polícia chegou a Raimundo Nonato Campos, suspeito de pilotar a motocicleta que transportava o atirador. No dia 11 de agosto do ano passado foi preso Felipe Rocha Moraes, por ser suspeito de emprestar a motocicleta. No mesmo dia Elineia Francisca também foi presa.

Fernando Henrique Cruz Pinho atuava no comércio de material de construção e aluguel de imóveis na cidade de Pindaré-Mirim.
O crime
O empresário Fernando Henrique Cruz Pinho atuava no comércio de materiais de construção e alugueis de imóveis e era muito conhecido no município de Pindaré-Mirim. Ele foi baleado no dia 6 de julho de 2017 enquanto fazia caminhada em um trecho da estrada entre Pindaré-Mirim e Santa Inês.
Após ser baleado, ele foi levado para o Hospital Macrorregional de Santa Inês onde faleceu no dia 7 de julho.
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Fonte: G1 MA
- Adonias Soares
- 28/11/2018
A Polícia Civil de Barra do Corda, coordenada pelo Delegado Regional Regional Renilto Ferreira e equipe de capturas, prendeu no final da tarde da última segunda-feira (27), nas proximidades do Cartório Eleitoral no Bairro Incra, Rosiclelton dos Santos Carvalho, o “Clelton” de 25 anos, apontado pela polícia como um dos maiores traficantes de maconha prensada de Barra do Corda e suspeito de comandar uma principais “bocas de fumo” da cidade.
De acordo com o delegado Renilto Ferreira, Clelton e sua companheira confessaram durante depoimento à polícia que já atuavam no tráfico de drogas há pelo menos dois anos e meio no município. “As investigações apontam ainda que a maconha comercializada por “CLELTON” vem do Estado de Goiás”, declarou Renilto.
Com o suspeito a polícia apreendeu um tablete de maconha, balança de precisão, material para preparar e embalar a droga para venda e um certa quantidade de dinheiro em notas pequenas, possivelmente fruto do tráfico.
“Destacamos de crucial importância nessa prisão, da colaboração de pessoas de bem desta cidade que ajudaram com informações minuciosas, inclusive fotografias da própria atividade da venda ilícita de entorpecentes. Pessoas como essas fazem a diferença na sociedade” finalizou Renilto Ferreira.


