- Adonias Soares
- 02/08/2026

Uma notícia de fato criminal, protocolada neste sábado (1°) na Superintendência Regional da Polícia Federal no Maranhão, pede a investigação de uma possível fraude na pesquisa eleitoral MA-01455/2026, realizada pelo Instituto Veritá.
O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 29 de julho, com 1.525 eleitores. Segundo os números divulgados, o pré-candidato Eduardo Braide aparece com 56,2% das intenções de voto para o Governo do Maranhão.
A denúncia sustenta que os resultados não poderiam ser reproduzidos a partir da metodologia registrada pelo próprio instituto. Por isso, pede que a Polícia Federal investigue a possível prática do crime previsto no artigo 33, parágrafo 4º, da Lei das Eleições.
Segundo a denúncia, o Instituto Veritá apresenta duas informações que precisam ser esclarecidas. Ao mesmo tempo que afirma ter escolhido os entrevistados por critérios estatísticos, informa que as pessoas participaram voluntariamente, por meio de uma plataforma eletrônica. Sem uma explicação mais detalhada, não é possível saber como o instituto evitou que a pesquisa fosse respondida apenas por pessoas interessadas em participar.
Outro questionamento envolve a escolaridade dos entrevistados. De acordo com o documento, as pessoas com ensino superior representam 15,7% da população usada como referência, mas aparecem com 28,6% na pesquisa. O instituto não teria informado os cálculos utilizados para justificar essa diferença.
Também há dúvidas sobre a apresentação dos resultados. Na disputa pelo Governo, alguns candidatos foram reunidos na categoria “outros”. Para o Senado, as duas opções de voto de cada entrevistado foram misturadas em uma única tabela.
A pesquisa ouviu 1.525 pessoas. Como cada uma poderia indicar dois nomes para o Senado, deveriam existir 3.050 respostas. A soma publicada, porém, chega a 3.049. Outra coluna totaliza 200%, porque os percentuais foram calculados de formas diferentes.
A denúncia pede acesso aos dados originais para esclarecer se essas diferenças resultam de erros de apresentação ou de irregularidades na pesquisa.
Resultado destoa de outras pesquisas
O levantamento do Veritá também chama atenção pela distância em relação às demais pesquisas realizadas no Maranhão durante julho.
Na pesquisa Real Time Big Data, registrada sob o número MA-04311/2026, Braide apareceu com 44% e Orleans com 31%. O estudo ouviu 1.600 eleitores nos dias 6 e 7 de julho. Os números foram divulgados pelo Metrópoles.
No levantamento do INOP, MA-01555/2026, Orleans registrou 45,06% e Braide, 43,52%, configurando empate técnico. A pesquisa ouviu 2.610 pessoas entre os dias 8 e 16 de julho.
Já o Instituto Véritas, apontou Orleans com 48,7% e Braide com 42,5%. A pesquisa MA-02581/2026 foi realizada entre 17 e 21 de julho. O levantamento ouviu mil eleitores.
Financiamento também entra na denúncia
O documento pede ainda a investigação da origem dos recursos utilizados pelo Veritá em sua atuação nacional. Dados levantados a partir dos registros da Justiça Eleitoral mostram que o instituto declarou 93 pesquisas financiadas com recursos próprios em 2026, ao custo total de R$ 10,8 milhões.
O valor supera a receita bruta de R$ 3,8 milhões e o lucro de R$ 927 mil declarados pela empresa no ano anterior. As informações foram publicadas pela Folha de S.Paulo.
A pesquisa maranhense, especificamente, foi contratada por um terceiro. Mesmo assim, a denúncia solicita que sejam identificados os financiadores e beneficiários dos levantamentos, além da origem dos recursos empregados pelo instituto em seu projeto nacional.
Problemas em outros estados
O caso do Maranhão se soma a uma série de questionamentos judiciais enfrentados pelo Veritá em 2026. As decisões possuem fundamentos e situações processuais diferentes e nem todas reconhecem fraude.
No Amazonas, a Justiça Eleitoral suspendeu, em caráter liminar, a pesquisa AM-03377/2026. Uma análise apresentada no processo identificou aproximadamente 380 pares consecutivos de registros idênticos nos 28 campos avaliados, o equivalente a cerca de 62% da amostra. Também foi apontada divergência nas datas da coleta. A magistrada ressaltou que a confirmação das irregularidades dependeria de análise técnica. A decisão consta do Diário da Justiça Eletrônico.
Na Paraíba, duas pesquisas foram atingidas por decisões judiciais. A PB-05352/2026 teve sua divulgação proibida por falhas na descrição do método, na auditabilidade territorial e nas fontes usadas para definir a amostra. Em outro processo, a pesquisa PB-06159/2026 foi declarada irregular e teve a divulgação definitivamente proibida. O instituto recebeu R$ 53.205 de multa pela pesquisa irregular e outros R$ 50 mil pelo descumprimento de uma liminar, totalizando R$ 103.205. A decisão foi divulgada em 17 de julho.
Em Alagoas, o TRE proibiu definitivamente a divulgação da pesquisa AL-03400/2026 e aplicou multa de R$ 53.205. A decisão apontou divergências na composição da amostra por renda, informação territorial genérica e perguntas sobre a eleição presidencial em um levantamento registrado apenas para cargos estaduais e parlamentares. O julgamento foi mantido pelo colegiado do Tribunal.
No Distrito Federal, uma liminar suspendeu a pesquisa DF-01208/2026 após o levantamento, registrado para governador e senador, incluir perguntas sobre a Presidência da República. A decisão fixou multa diária de R$ 5 mil, mas deixou claro que o caso ainda seria submetido ao contraditório e ao julgamento de mérito. A suspensão foi noticiada pelo Correio Braziliense.
Em Santa Catarina, outra decisão liminar suspendeu um levantamento cujo documento de delimitação territorial apresentou municípios do Maranhão como parte da amostra catarinense. O Veritá reconheceu um “equívoco material”, afirmou que o arquivo foi corrigido e negou qualquer impacto sobre a metodologia ou os resultados. O caso e a resposta do instituto foram publicados pelo Poder360.
Em Pernambuco, o TRE condenou o instituto ao pagamento de R$ 53.205 e manteve a proibição de divulgação da pesquisa PE-07960/2026 por ausência de informações obrigatórias sobre a distribuição territorial dos entrevistados. A decisão, entretanto, registrou expressamente que não houve demonstração concreta de fraude. O julgamento foi publicado em 28 de julho.
Além da abertura da investigação, o documento dirigido à Polícia Federal solicita a preservação imediata dos bancos de dados, microdados, registros de auditoria, arquivos de áudio, metadados e históricos de processamento da pesquisa maranhense. Também foram requeridas perícias estatística e computacional, a apuração da origem dos recursos e a oitiva dos representantes do instituto, do estatístico responsável, dos executores da coleta, do contratante e dos responsáveis pela divulgação.
A denúncia pede, por fim, que o caso seja encaminhado ao Ministério Público Eleitoral e à Justiça Eleitoral.
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Por Gilberto Léda
- Adonias Soares
- 02/08/2026

Na manhã deste sábado (01/08), o prefeito de Presidente Dutra, Raimundinho da Audiolar, anunciou seu apoio ao pré-candidato ao governo do Maranhão, Eduardo Braide. Ele estava acompanhado da primeira-dama Fabiana Carvalho e do Secretário Municipal de Finanças Rômulo Carvalho.
Decisão já estava definida há mais de 30 dias
A decisão, que já havia sido tomada há mais de trinta dias e aguardava apenas o momento certo, pegou muita gente de surpresa. Isso porque Raimundinho sempre orientou seu grupo, em discursos públicos, “a votar em quem trabalha pelo município, em quem tem serviço prestado e em quem ajuda Presidente Dutra.” Até o início dessa campannha eleitoral, Braide sequer, sabia para que rumo ficava Presidente Dutra.
Até o momento, ninguém sabe, de fato, o que Eduardo Braide teria prometido ao município para levar Raimundinho a tomar tal decisão. A dúvida paira na cabeça do eleitor, que tenta entender e não consegue.
Há poucos meses, Raimundinho da Audiolar promoveu uma festa de arromba para a convenção regional de Orleans Brandão, reunindo mais de 30 prefeitos da região. Na época, o evento foi alvo de críticas do vereador Ricardo Lucena, que chegou a dizer que havia até “boi no rolete”, numa alusão à churrascada oferecida aos presentes.
Obras e apelo do governador não seguraram a debandada
Nem mesmo o conjunto de obras destinadas a Presidente Dutra, nem o forte apelo do governador Carlos Brandão e de seu irmão, Marcus Brandão, no dia do aniversário da cidade, foram capazes de demover o prefeito de Presidente Dutra da ideia de embarcar no navio braideano.
O histórico de braide como prefeito
Por onde passa, Braide promete o que pode e o que não pode fazer caso seja eleito. Seu histórico como prefeito de São Luís, porém, diz o contrário: ele é avesso a receber políticos e lideranças, e já foi taxado até de egoísta por não gostar da classe política. Ele se julga o senhor de tudo, o senhor da razão.
Quem ganhou e quem perdeu
Quem perdeu e quem ganhou, só o tempo dirá. Como dizia o saudoso João Castelo: “política é igual uma nuvem; você olha, ela está de um jeito. Entra em casa e sai na mesma hora, e ela já mudou.”
- Adonias Soares
- 01/08/2026

A pesquisa do Instituto Veritá botou Eduardo Braide 40 pontos na frente de Orleans Brandão e, pelo visto, também botou o pré-candidato do PSD para viajar. Porque só andando pelo Maranhão inteiro, coisa que os números não mostram que ele fez, dava pra sustentar 56,2% de intenção de voto contra os 16,4% atribuídos a Orleans.
A realidade, essa que não cabe em instituto contratado, é outra: Braide tem apoio declarado de 13 prefeitos. Orleans, 180, dos 217 municípios maranhenses. Não é diferença de opinião, é diferença de mapa.
Quem pisou onde
Enquanto Orleans já visitou os 217 municípios do estado, todos, sem exceção, e sendo recebido com festa por onde passa, Braide não colocou os pés em um terço das cidades maranhenses. Tem prefeito espalhado pelo interior que só viu o pré-candidato do PSD em outdoor e em vídeo nas redes sociais.
É difícil vencer eleição em município que você nunca visitou. É mais difícil ainda explicar como uma pesquisa te dá vitória generalizada num estado onde dois terços dos prefeitos nem abriram a porta pra sua candidatura.
A aritmética que a Veritá esqueceu
Governo não se governa por planilha de instituto, se governa com prefeito do lado, base articulada, gente que conhece o território. Nesse quesito, o “levantamento” de sexta-feira já nasceu capenga: ele ignora que a política maranhense tem nome, endereço e prefeitura; e que a esmagadora maioria dessas prefeituras está com Orleans, não com Braide.
Como já apontou Ricardo Murad sobre a mesma pesquisa, quando um instituto entrega um resultado destoante de tudo que vinha sendo medido, “fica evidente que foi fabricada”. Vale para o Senado, vale para o Governo.
O número que não mente
Braide pode contratar pesquisa, comprar espaço, fabricar cenário. O que ele não fabrica é prefeito. E prefeito, no Maranhão, é o termômetro mais honesto que existe: 13 apoiam Braide. 180 apoiam Orleans.
O resto é o departamento de marketing de Braide tentando vender mapa de um estado que o candidato ainda não visitou.
- Adonias Soares
- 01/08/2026
Solução do Sebraetec organiza empresas para crescer por meio do franchising, reduzindo riscos e ampliando oportunidades de expansão.

Expandir uma empresa sem perder a identidade da marca, manter padrões de qualidade, conquistar novos mercados ou investir em um negócio já estruturado. Essas são algumas das possibilidades oferecidas pelo sistema de franquias, um modelo que vem impulsionando o crescimento de empresas em todo o país e permitindo que empreendedores maranhenses ampliem seus negócios de forma planejada e sustentável.
No Maranhão, o Sebrae tem contribuído nessa trajetória ao apoiar empresários que desejam investir em franquias ou transformar suas próprias empresas em redes de sucesso.

Planejamento para crescer com segurança
O sistema de franquias vem ganhando força entre empresários que desejam expandir seus negócios de forma organizada. Para apoiar esse processo, o Sebrae oferece, por meio do Sebraetec, uma consultoria especializada em formatação de franquias.
A solução prepara a empresa para atuar como franqueadora, organizando o modelo de expansão, estruturando processos e desenvolvendo os documentos técnicos, jurídicos e operacionais necessários para garantir a padronização da rede.
“Muitas empresas têm potencial para crescer por meio do franchising, mas precisam estruturar esse processo. O Sebraetec fortalece a gestão, organiza os processos e prepara o negócio para se tornar uma franqueadora, garantindo uma expansão mais segura e sustentável”, destaca Cícero Almeida, coordenador estadual do Sebraetec.
Os resultados desse trabalho já podem ser observados em empresas maranhenses que encontraram no Sebraetec Franquias o suporte necessário para estruturar suas redes de franquias, como a Selava, a Dr. Exercício e a Sucos Mix

Da lavanderia familiar a uma rede de franquias
Fundada em 1986, em São Luís, a Selava nasceu para atender inicialmente aos motéis da família do empresário Flávio Góis. Após assumir o comando da empresa aos 18 anos, Márcia Marques ampliou a atuação da lavanderia para hotéis, indústrias, hospitais e clientes domésticos. Anos depois, surgiu um novo desafio: transformar a empresa em uma rede de franquias. “Em 2020, percebemos que tínhamos um modelo de negócio consolidado, com processos bem definidos e uma marca reconhecida no mercado. Foi quando entendemos que poderíamos levar essa experiência para outras cidades por meio do franchising”, conta Márcia.

A transição para o modelo de franquias exigiu reorganizar a empresa e transformar anos de experiência em um formato capaz de ser replicado. “Tivemos que padronizar processos, organizar operações e aprender a vender franquias. Participamos da Feira do Empreendedor, despertamos o interesse de investidores, mas não fechamos negócios naquele momento. Entendemos que era preciso ajustar a estratégia, e os resultados começaram a aparecer”, relembra.
Nesse processo, o Sebraetec foi decisivo. “Por meio do Sebraetec, conseguimos enxergar a empresa de forma mais estratégica, preparamos a marca para crescer como uma rede de franquias. Foi uma parceria que nos deu segurança para expandir sem perder a essência da empresa”, afirma.
Hoje, Márcia celebra o crescimento da marca e o impacto da expansão. “Sempre digo que nunca sonhamos em ser a maior lavanderia, mas sim a melhor. Ver pessoas de diferentes estados acreditando na nossa história e escolhendo a Selava para empreender é motivo de muito orgulho”.

Uma ideia que se transformou em rede
Há cerca de dez anos, o educador físico Thiago Leite atuava como microempreendedor individual e tinha um objetivo bem definido: levar mais saúde e qualidade de vida por meio da prática orientada de exercícios físicos. Foi durante uma Feira do Empreendedor que conheceu o Sebrae e descobriu as oportunidades que poderia aproveitar para estruturar e expandir seu negócio.
Após formalizar a empresa em 2017, iniciou uma jornada de consultorias, capacitações e mentorias que, anos depois, culminaria na transformação da Dr. Exercício em uma rede de franquias. “O Sebrae fez toda a diferença desde o início. Nos ajudou a pensar na marca, na inovação, na produtividade e em todos os caminhos que poderiam fortalecer o negócio. Esse apoio não beneficiou apenas a mim, mas também outros empreendedores que passaram a acreditar no nosso modelo de franquias”, afirma.
Segundo Thiago, a principal contribuição do Sebrae foi promover uma mudança na forma de enxergar o próprio negócio. “Sou formado em Educação Física e meu propósito sempre foi levar um exercício mais adequado para as pessoas. Mas empreender era um desafio. As mentorias e, principalmente, o Empretec provocaram uma verdadeira virada de chave na minha mentalidade. Passei a entender como poderia fazer a empresa crescer de forma estruturada.”
Quando a empresa identificou uma demanda crescente pelo seu modelo de negócio, mas ainda não possuía estrutura para expandir, encontrou no Sebraetec a solução. “Tínhamos uma demanda reprimida, mas ainda não sabíamos como crescer. Foi quando o Sebrae apresentou a solução de formatação de franquias. A partir daí, o jogo virou. Conseguimos padronizar o negócio e levar nosso propósito para muito mais pessoas.”
Hoje, a Dr. Exercício conta com oito unidades em operação, três próprias e cinco franqueadas, outras duas em fase de implantação e uma nova unidade prevista para o interior do Maranhão. A empresa também participou, com o apoio do Sebrae, da maior feira de franquias da América Latina, abrindo caminho para a expansão da marca para outros estados.
“O projeto começou com uma pequena sala de avaliação e hoje reúne cerca de 130 profissionais e estudantes. Muitas das nossas franquias são administradas por ex-alunos e antigos colaboradores que cresceram conosco e hoje também empreendem”, ressalta o empresário.

De uma pequena fábrica a uma rede em expansão
A história da Casa de Sucos Mix começou em 2016, em Barra do Corda, em um espaço de apenas 12 metros quadrados nos fundos da frutaria da família. O que nasceu para oferecer sucos naturais com praticidade rapidamente conquistou o mercado. Em pouco mais de um ano, a produção saltou de cerca de 15 litros para aproximadamente mil litros de suco por dia, levando a empresa a ampliar sua estrutura e abrir novos pontos de venda.
Com o crescimento, veio também o interesse de empreendedores que desejavam levar a marca para outras cidades. Foi nesse momento que o fundador, Thomaz Miranda, passou a enxergar no franchising uma oportunidade de expansão.
“Percebemos que havia procura pelo nosso modelo de negócio, mas ainda não tínhamos estrutura para franquear. O Sebrae nos ajudou a entender o universo do franchising e a transformar essa vontade de crescer em um projeto organizado de expansão”, afirma.

Em 2020, a empresa contratou o Sebraetec para estruturar sua primeira formatação de franquias. O trabalho resultou, no ano seguinte, na inauguração da primeira unidade franqueada, em Imperatriz, além do reconhecimento da Casa de Sucos Mix como uma das 30 empresas mais inovadoras do Brasil pelo Sebrae Nacional.
A experiência prática mostrou, porém, que o modelo poderia ser ainda mais eficiente. Novamente com o apoio do Sebraetec, a empresa reformulou sua franquia, simplificando a operação, centralizando a produção e reduzindo o investimento necessário para novos franqueados.
“Percebemos que precisávamos tornar a franquia mais simples e acessível. Com essa reformulação, conseguimos oferecer um modelo mais enxuto, mantendo o padrão da marca e facilitando a expansão da rede”, destaca Thomaz.
Hoje, a Casa de Sucos Mix possui 12 lojas, sendo três unidades franqueadas, e prepara um novo ciclo de crescimento baseado em um modelo de franquia mais simples, escalável e acessível para novos investidores.
Marcas maranhenses ganhando novos mercados
Com planejamento, gestão e apoio especializado, marcas maranhenses têm transformado conhecimento e experiência em novos negócios, levando seu modelo de sucesso para diferentes regiões e contribuindo para fortalecer o empreendedorismo no Maranhão. Para o gestor estadual do Sebraetec, o crescimento dessas empresas demonstra como a inovação em gestão pode impulsionar a economia local.
“As franquias representam uma importante estratégia de crescimento para as pequenas empresas porque permitem expandir negócios de forma estruturada, padronizada e sustentável. O papel do Sebrae é preparar esses empreendedores para esse momento, fortalecendo a gestão, organizando processos e oferecendo soluções que tornem essa expansão mais segura. Quando uma marca maranhense se consolida como franquia, ela amplia sua competitividade, gera novas oportunidades de investimento, emprego e renda e leva o empreendedorismo do nosso estado para novos mercados”, conclui Cícero.
- Adonias Soares
- 30/07/2026
Imirante

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) reformou, por unanimidade, a decisão de primeira instância que havia condenado o ex-prefeito de Caxias, Fábio Gentil, e o atual prefeito do município, Gentil Neto. Por 6 votos a 0, a Corte acolheu os recursos da defesa e julgou improcedentes as acusações de abuso de poder político e econômico.
Com a decisão, foram afastadas as sanções impostas anteriormente. Gentil Neto permanece no cargo, com o diploma preservado, enquanto Fábio Gentil deixa de responder à inelegibilidade prevista na ação.
Acusações
O processo teve origem em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) apresentada pela oposição. A ação apontava que a administração municipal teria promovido contratações temporárias em massa e coagido servidores durante o período eleitoral de 2024.
Durante o julgamento, a defesa sustentou que as admissões temporárias realizadas entre 2023 e 2024 atenderam à necessidade de manter serviços essenciais, especialmente nas áreas de saúde e educação, sem finalidade eleitoral.
Os advogados também afirmaram que as despesas com pessoal permaneceram dentro dos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal e que as alegações de coação política se baseavam em depoimentos isolados, sem provas documentais capazes de vincular os fatos aos candidatos.
Entendimento do TRE-MA
Outro argumento apresentado pela defesa foi a impossibilidade de utilização de inquéritos policiais envolvendo terceiros, instaurados após o ajuizamento da ação, como fundamento para eventual condenação eleitoral.
Ao acompanhar o voto do relator, os desembargadores entenderam que o conjunto probatório não demonstrou abuso de poder com gravidade suficiente para comprometer a legitimidade do pleito. A Corte aplicou entendimento consolidado do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), segundo o qual condenações em ações de investigação judicial eleitoral exigem provas robustas e inequívocas.
Com o placar unânime de 6 a 0, o TRE-MA julgou improcedente a ação, afastando a inelegibilidade de Fábio Gentil e a cassação do diploma de Gentil Neto.
- Adonias Soares
- 30/07/2026

A Polícia Civil deflagrou nesta quinta-feira (30) a Operação Rolezinho Zero em Presidente Dutra, resultando na apreensão de cinco motocicletas. O alvo foram condutores investigados por praticar manobras perigosas, o famoso “grau”; e por dirigir sem CNH – Carteira Nacional de Habilitação.
três mandados, um problema recorrente
A ação cumpriu três mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça. Segundo a corporação, as investigações miram práticas que colocam em risco motoristas, motociclistas, pedestres e qualquer um que tenha a infelicidade de estar por perto na hora errada.
Não é novidade para quem mora em Presidente Dutra. As manobras arriscadas em vias públicas, muitas vezes em horários de maior movimento, já renderam reclamações recorrentes da população e cobranças por fiscalização mais dura.
e agora?
Com o nome batizado de “Rolezinho Zero”, a operação sinaliza que a Polícia Civil de Presidente Dutra pretende dar continuidade às ações de repressão a essa prática. Resta saber se o “zero” do nome vai se traduzir em zero reincidência, ou se, como costuma acontecer, os “grau” vão simplesmente migrar para outra rua até a próxima blitz.