PLACAR 8 a 2: Hilton Gonçalo leva 8 prefeitos para a convenção de Orleans Brandão neste sábado

Orleans Brandão e Hilton Gonçalo

Enquanto Eduardo Braide comemora a adesão dois prefeitos, o Dr. Hilton Gonçalo, discretamente, leva oito de uma vez só para a convenção que oficializa Orleans Brandão (MDB) ao Governo do Maranhão, neste sábado, 25, no Parque João Paulo II, em São Luís. O placar aqui é de goleada.

Confirmam presença ao lado de Gonçalo:

  • Naila Gonçalo — Bacabeira
  • Milton Gonçalo — Santa Rita
  • Paraíba — Morros
  • César Castro — Cachoeira Grande
  • Paulo Lemos — Presidente Juscelino
  • Valdenir Diniz — Olinda Nova do Maranhão
  • Enoque Mota — Pastos Bons
  • Marcony Santos — Sucupira do Norte

São cerca de 30 mil votos na entrada de São Luís, região que decide eleição. E não é o fim: Hilton negocia mais cinco prefeitos, o que pode levar o número a 12 ou 13; fora sua própria candidatura ao Senado, construída com a mesma liderança.

Enquanto isso, Braide segue anunciando dois prefeitos como se fosse uma grande conquista. Que ironia: o próprio Hilton Gonçalo foi, até pouco tempo, aliado histórico de Braide, que chegou a elogiá-lo em praça pública como um dos melhores quadros administrativos do interior. Discurso bonito, compromisso curto; porque na hora de dividir espaço de verdade, sobrou elogio e faltou coerência. O resultado está aí: o “grande quadro” foi embora e levou a fatia mais gorda da base junto. Enquanto um lado brinca de somar aos pares, o outro faz caravana.

Orleans, o nome que mais cresce enquanto Braide encolhe

Do outro lado, Orleans Brandão oficializa neste sábado sua entrada na disputa pelo Palácio dos Leões numa das maiores convenções do calendário eleitoral maranhense este ano. Filho de Marcus Brandão e sobrinho do governador Carlos Brandão, Orleans chega jovem, mas com capital político sólido e capacidade de gestão já demonstrada. E agora amplia sua base município a município, prefeito a prefeito, sem precisar levantar a voz.

A adesão em bloco de nomes como Hilton Gonçalo não é gentileza, é leitura do terreno da política: quem manda votos, sabe para onde o vento sopra. E o vento, evidentemente, não está soprando para o lado de quem não gosta de lideranças políticas.

Eduardo Braide que continue contando de dois em dois. Já Orleans Brndão já está contando de oito em oito. E a conta, ainda não terminou.

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