Foi teste para Cardíaco a partida que envolveu Santos-AP e Maranhão Atlético Clube pelas oitavas de final do campeonato brasileiro da serie D neste domingo. Como na partida de ida aconteceu o empate em 2 a 2 no Castelão, o Maranhão, que precisava da vitoria ou de um empate a partir de 3 a 3, começou no ataque e logo no primeiro minuto abriu o placar com o atacante Jonas Piu Piu, após passe de Naoh.

Mesmo com a vantagem que lhe garantia na próxima fase, o Maranhão seguiu pressionado, teve varias oportunidades para ampliar o marcador, mas esbarrou nos erros de finalização de seus atacantes. A equipe do Santos tinha muitas dificuldades tamanha era a superioridade da equipe atleticana.
No segundo tempo o Santos se apresentou com uma postura diferente e buscando a todo custo o empate; e logo aos sete minutos em jogada de Fabinho, Lessandro empatou para o Santos 1 a 1, resultado que classificava o Peixe da Amazonia. Três minutos após o empate, o Santos ficou reduzido a 10 jogadores com a expulsão de Rafinha.
Precisando da vitória, o MAC foi ao ataque e conseguiu passar a frente do marcador com o zagueiro Yure, após falha do setor defensivo santista. Mesmo em desvantagem numérica, o Santos conseguiu o empate, Luquinha foi derrubado na área e o juiz assinalou pênalti; Fabinho cobrou e deixou tudo igual 2 a 2.
A partir do empate o Santos tratou de se fechar e garantir o placar. Não deu outra, o jogo terminou em 2 a 2 e a decisão da vaga ficou para os pênaltis.
Pênaltis
Nas cobranças de tiro livre na marca do pênalti, muita emoção na série de cinco Penaltis. Fabinho, Walace, Lessandro, converteram para o Santos, enquanto Diego e Balão Marabá, desperdiçaram as cobranças.
Já pelo MAC converteram Naoh, Eloir e Ramon; Curuca e Chico Bala Perderam. Na série alternada, Eduardo perdeu para o Santos e Adauto fez o gol que garantiu o MAC na próxima fase. O Maranhão vai decidir nos próximos dois finais de semana contra o Operário-PR uma das quatro vagas para a serie C em 2018. Por ter melhor campanha, o Operário faz o segundo jogo no Paraná.
Por Dalvino Barbosa.